Ao olhar a falha alheia lembremos que, em algum momento da nossa vida nós também já falhamos.
Quem busca galgar os caminhos de Deus não deve pois verbalizar palavras pejorativas
à quem errou ou ao erro alheio.
Palavras que não edificam e que só degradam ainda mais a situação ocorrida, se torna palavra sem luz, que de alguma forma piora a situação.
Pensemos, qual a real função de quem se encontra em missão na terra? Deus deu uma missão para todos nós.
Penso eu que, nesse determinado caso, a função de luz seja de auxililar as pessoas (ou a pessoa) sobre seus próprios atos.
Nossa função é fazer com que essas pessoas tenham consciência de si mesmos, e compreendam as ações e reações de suas escolhas. Em algum momento de nossas vidas, nós também já ficamos perdidos nos próprios erros.
Nossa função de luz (e que é de todos nós) é pois estender as mãos para quem necessita e quer ajuda.
A vida pensada de forma conectada nos traz uma compreensão fabulosa de nós mesmos, pois é Lei Universal: o que eu faço para com os outros eu estou fazendo para mim mesmo.
Eu ainda sinto um certo desconforto quando escuto algum tipo de julgamento com relação aos outros, porque lembro de imediato que também já errei muito na vida e que também já sofri algum tipo de julgo.
Não quero aqui abrandar os meus erros ou os erros de outras pessoas, mas de ressaltar a função de quem já errou e que agora busca caminhar em direção
à luz.
Alguém pode até dizer que o julgo é a colheita de quem o plantou... mas eu não enxergo dessa forma.
Quem busca caminhar na luz deve ter a lembrança sempre presente para, num
ímpeto de suas emoções, não lançar um olhar de julgo sobre o outro, mas sim de benevolência.