É melhor sentir e falar, mesmo que loucamente e confusamente, do que silenciar a alma.
É melhor fazer doer com o que a gente é e sente, do que fazer sofrer com o que a gente não é.
É preciso admitir nós mesmos, por mais que críticas se lancem contra nós... é mais libertador do que recatar, numa caixa perdida do coração, nossas contradições e dualidades.
Nenhuma mulher deve se aprisionar, por visões externas à ela.
Nenhuma mulher deve se submeter às regras e costumes caduquentas de uma sociedade,
e que vão contra à sua essência.
e que vão contra à sua essência.
Diga, fale... se doer em alguém não é cupa sua, minha ou nossa...
Ninguém é culpado de ser o que é e nem de desejar ser o que quer...
Existem várias interpretações sobre o erro.
E eu digo que, além das que já existem, há um tipo de coragem em cada tropeçada... existe aprendizagem.
Críticas lançadas, aos erros alheios, são visões amedrontadas de quem se esconde atrás de si próprio.
Só quem já passou pelo erro tende a compreender o erro alheio, pelo menos deveria ser essa a tendência.
Quando sentir a necessidade de falar do tropeço de alguém,
use uma ferramenta bastante eficaz: a lembrança.
A lembrança de que você, eu, todos nós também já erramos.
E não existe errar pouco e errar muito, existem erros diferenciados.
Os erros são lições práticas de como compreender a vida.
Não devemos nos colocar num pedestal, como sendo melhores, mais perfeitos, mais corretos, mais isso ou aquilo do que o(s) outro(s)...
Todos nós somos iguais, nem menos e nem mais...
...é óbvio! Com pensamentos e jeitos de lidar com a vida de diferentes formas.
É preciso enxergar e admitir as trevas da nossa alma... faz parte da evolução.
Devemos ter essa habilidade de confrontar o temível som da discórdia que habita em nós mesmos.
É preciso enxergar e admitir as trevas da nossa alma... faz parte da evolução.
Devemos ter essa habilidade de confrontar o temível som da discórdia que habita em nós mesmos.
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