Sim! Sardinhas!
Todos devem ter sardinhas na cabeça, mas não como as que levo sobre a minha.
As que levo na cachola borbulham sentimentos, com barbatanas de pensamentos, em busca de comer uma tal epifania. Mas não uma qualquer!
O Peixe sedento, que não arreda o pé da minha cuca, quer ir ao mar grego, buscar a epipháneia (no seu termo mais filosófico) e abocanhar cada pedacinho de luz que o tal bichinho exala. E ele tem que ser do tipo bem luminoso...
Ando com a tal sardinha na cachola, daquelas que nos fazem viver nadando em alto mar em busca.

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