Eu sou o que vejo no outro.
Identifico-me com muitas mulheres e homens.
Me vejo na escuridão dos outros, assim como enxergo-me no brilho interno que lança sobre seres humanos.
Sou demasiadamente humana nesse ponto, ao afirmar existir desertos obscuros na alma.
Mas sou luz...
...alimento a lareira da alma ao dialogar com o que não me agrada.

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