"...o espírito livre se aproxima novamente à
vida, lentamente, sem dúvida, e relutante... Em sua volta há mais calor,
mais dourado talvez; sentimento e simpatia se tornam profundos, todos
os ventos tépidos passam sobre ele. É como se apenas
hoje tivesse olhos para o que é próximo. Admira-se e fica em silêncio:
onde estava então? Essas coisas vizinhas e próximas: como lhe parecem
mudadas! de que magia e plumagem se revestiram! Ele olha agradecido para
trás - agradecido a suas andanças... Somente agora vê a si mesmo - e
que surpresa não encontra!"
(p.11 e 12 - Humano, demasiado
humano/Nietzsche)

Nenhum comentário:
Postar um comentário