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quarta-feira, 5 de março de 2014


"...o espírito livre se aproxima novamente à vida, lentamente, sem dúvida, e relutante... Em sua volta há mais calor, mais dourado talvez; sentimento e simpatia se tornam profundos, todos os ventos tépidos passam sobre ele. É como se apenas hoje tivesse olhos para o que é próximo. Admira-se e fica em silêncio: onde estava então? Essas coisas vizinhas e próximas: como lhe parecem mudadas! de que magia e plumagem se revestiram! Ele olha agradecido para trás - agradecido a suas andanças... Somente agora vê a si mesmo - e que surpresa não encontra!"
(p.11 e 12 - Humano, demasiado humano/Nietzsche)

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